Marge Hearn fala sobre o Lakers

June 3, 2008

O jornal Orange County Register entrevistou a viúva de Chick Hearn o lendário narrador do Lakers que transmitiu 3.338 partidas consecutivas (começando em 21 de novembro de 1965 e terminando na metade da temporada 2001-02)

OCR: O que Chick acharia desse time?

Marge Hearn: Eu acredito que ele iria amar esse time, pois são todos novos e existem inúmeras possibilidades. Ele gostaria do jeito que eles jogam juntos. Ele adoraria o que Kobe disse que eles comem juntos, vivem uns com os outros. Isso faz com que exista um crescimento nas relações e cria um time. Ele gostaria muito desse time.

OCR: Como tem sido para você acompanhar os playoffs?

Marge Hearn: Todo o mundo que me vê para e tem algo a dizer sobre Chick. Ou ele encontrou com as pessoas na rua ou deu algo a elas ou disse algo sobre seus avôs. Eles todos se lembram dele e dizem que ele era um homem muito humilde. Ele atravessava a rua para falar com alguém.

OCR: Se o Lakers vencer o título neste ano você colocaria algum significado por se o primeiro desde a morte de Chick?

Marge Hearn: Sim. Chick narrou todos os 9 títulos da franquia em Los Angeles e esse seria o primeiro que ele não teria narrado

OCR: O que voe acha desse time? Ele te lembra de algum do passado?

Marge Hearn: Não consigo lembrar, mas eu vi todos eles. Eu estive em todos os campeonatos. Eu vi também muito dos jogos que ele narrou. Ele gostava muito do Kobe. Quando Kobe foi criticado por arremessar muito e todas as outras coisas lembro-me dele dizer. “Porque os fãs não deixam esse garoto crescer? Ele vai ser bom.” E ele é agora. Mas teve um caminho a percorrer para chegar lá

OCR: Chick ainda é uma inspiração para os jogadores?

Marge Hearn: Ele é a melhor inspiração. Muitos desses garotos cresceram ouvindo ele.  E agora ele pode ser de inspiração a eles se a televisão e os jornais o usá-lo para este fim. Mas ninguém faz isso… Eles não têm mais nada aqui em L.A para usar e podem usá-lo assim.

Chick nunca soube o quanto amado ele era. E ficaria amaravilhado.

OCR: Você pode confirmar sua idade? 90?

Marge Hearn: É apenas um número gosto de pensar nele como se fosse o novo 80

Fonte: OCregister

 

 

“Quando chegar a hora estarei pronto”

 

Uma dos possíveis times que o Lakers pode ter em quadra inclui Trevor Ariza.

O ala poderia marcar Paul Pierce do Boston Celtics que tem médias de 19 pontos por jogo nos playoffs.

O técnico dos Lagos Phil Jackson irá começar com Vladimir Radmanovic em Pierce, mas por muita parte do jogo a tarefa pode ficar na mão de Ariza que teve 10 minutos em 3 jogos contra o San Antonio  Spurs.

Ariza que perdeu 43 jogos da temporada com uma fratura no seu pé direito.

A recuperação do ala terminou completamente durante os playoffs e ao que parece o jogador está pronto para contribuir da maneira que puder.

Tirando Kobe Bryant é provável que Trevor seja o melhor jogador do Lakers na defesa de perímetro.

“Eu me sinto bem, não sinto mais dores. Estou bem já faz um tempo.” Disse Ariza.

Jackson disse que Ariza se encaixa no seu planejamento para a série.

“Eu espero que ele tenha uma oportunidade de jogar. Ele pode nos ajudar” Disse Jackson.

“Eu não sei dizer exatamente qual será a situação na qual vou entrar, mas quando chegar a hora estarei pronto.” Completou o ala do Lakers Trevor Ariza.

Fonte: LakersFreedomBlogging

Kobe revive rivalidade

O pacote chega na casa de Kobe na Itália, e ele abre como se fosse um presente de natal.Ele nem tinha nem 9 anos e não parava de ver as finais de 1987 entre Lakers e Celtics.

“Me lembro de tudo,de todos lances,todas jogadas.Eu era um fã de basquete em construção.Meu avô me mandava fitas dos jogos sempre”. Disse Kobe.

Magic Johson e Larry Bird.

Kareem Abdul-Jabbar e Robert Parrish.

Kurt Rambis e Kevin McHale.

Aí estava triunfo e derrota.

“Grandes lembranças” Disse Kobe com um brilho no olho na tarde de domingo, enquanto o Lakers se prepara para o primeiro jogo das finais na quinta-feira.

Bryant fez uma pausa e foi direto para o momento que Chick Hearn narrou o inesquecível sky-hook de Magic Johnson que deu a vitória aos Lakers por 107 a 106 no Boston Garden e uma liderança de 3-1 na série, o que os levaria ao título.

“Pelo meio, justamente como eu imaginava” Disse Kobe.

A viagem de Kobe pelo passado não estaria completa se ele não se lembrasse de como McHale acabou com Rambis no jogo 4, deixando tudo preparado para a vitória dos Celtics em 7 jogos.

“Quem não se lembra? Era a intensidade da época, se alguém fizer isso hoje em dia, vai ser suspenso por uma semana”.

Então alguém perguntou se Kobe odiava os Celtics.

“Quem não odiava?”.

Tinham uns anti-Lakers na época, mas nenhum que Kobe conheceu na sua infância.Seu pai, Joe, jogou pelo 76ers que tinha uma rivalidade com os Celtics bastante intensa.

Kobe só conhecia anti-Celtics quando era mais novo.

21 anos se passaram desde o último encontro entre Lakers e Celtics numa final da NBA, com o Lakers ganhando dois dos três confrontos da década de 80.Era o início do reinado dos Lakers e do declínio dos Celtics.

“Obviamente é diferente do que era.Na época os jogos eram mágicos, e acho que todos estão apenas tentando deixar sua marca na história desse confronto”. Disse Kobe.

Com isso em mente, após derrotar Denver, Utah e San Antonio, os Lakers foram a treino e depois viram um vídeo analisando os Celtics dessa temporada.

Quando perguntado sobre a série, Odom respondeu secamente: “Vai ser difícil, afinal estamos nas finais”.

“É aqui que a intensidade aumenta.Nós gostamos de jogar limpo, espero que eles também joguem limpo.É claro que vai ser bem físico, e é claro que veremos as fitas para corrigir nossos erros”.

Kobe completou “Somos um time diferente daquele de dezembro”.

Quando questionado sobre a rivalidade, Kobe disse “É uma rivalidade bem maior quando você odeia o outro.Mas não dá pra odiar quando você não pode fazer uma falta mais dura.”.

“Hoje em dia já não se pode mais fazer isso.E além do mais, todos crescemos juntos a partir dos 14 anos, então nos conhecemos.Isso muda as coisas.”.

Fonte:Daily News

A origem do “Beat L.A”

O jornalista do Los Angeles Daily News Elliot Teaford correu atrás de algo que todos nós já ouvimos, o grito “Beat L.A”.

A origem vai para o ano de 1982 onde o Philadelphia 76ers estava ganhando do Boston Celtics e indo para as finais.

Próximo ao final da partida a torcida de Boston começou a entoar o grito pedindo para que o Sixers ganhasse do Lakers nas finais.

O Lakers bateu o time de Philadelphia em 6 jogos, mas isso não fez com que o grito se tornasse impopular e ele se alastrou pela liga como uma praga sem cura.

O grito foi até ouvido na Meadowlands quando o time de hockey de Anaheim e não Los Angeles jogava contra o New Jersey Devils nas finais da Stanley Cup em 2003.

“O bom do grito ‘Beat L.A’ é que ele tem falta de originalidade” disse Derek Fisher que deu um sorriso cheio de ironia quando questionado se ele estava ansioso em ouvir o mesmo da torcida de Boston

Fonte: Insidehoopsblog

 

Quem marca quem?

A tradição entre Lakers e Celtics é muito bem documentada, vai de Bill Russel e Wilt Chamberlain para Larry Bird e Magic Johnson, mas quem será que vai marcar quem nessa mais nova versão da rivalidade? As finais começam na quinta, mas ainda existe uma incerteza de quem irá marcar quem.

Derek Fisher irá marcar o armador Rajon Rondo, Kobe ficará em Ray Allen, até ai é o esperado, mas a parte do garrafão e ala estão ainda na parte da incerteza. Lamar Odom disse que espera marcar o pivô Kendrick Perkins que tem em torno de 16 kilos a mais que o ala do Lakers.

Pau Gasol deve começar em Kevin Garnett e Vladimir Radmanovic provavelmente ficará em cima de Paul Pierce, apesar de que nessa série pode ser que o ala defensivo Trevor Ariza entre mais em quadra para marcar Pierce

Fonte: LA Times

 

Fisher pensou em parar

Fisher admitiu que pensou em se aposentar antes de assinar um contrato de três anos com o Lakers.

Esse contrato representava 7 milhões de dólares a menos do que o outro.

“Por um tempo pensei sim. Não tinha certeza do que era necessário para fazermos como pais.”

Quando se tornou claro que ele poderia continuar a jogar o armador ficou feliz de ter uma oportunidade de voltar para o Lakers

Fonte: SportsExcite

 

Shaq fala sobre Kobe

Talvez Kobe não pense mais no passado porque agora não precisa mais disso. O seu plano deve ser deixar seu jogo falar por si

“E ele deve fazer exatamente isso. Ele foi ótimo o ano inteiro. Ele foi ótimo nos playoffs e está mostrando a todos do que ele é feito. Ele está no caminho de ser um dos grandes com 4 anéis. Ele passou por um caminho longo. É tudo que posso dizer e estou feliz por ele. E orgulhoso.” Disse Shaquille O’Neal

Fonte: ESPN

 

 

Derek Fisher fez a escolha certa ao retornar para Los Angeles

Tatum vem primeiro, e todo o resto pode esperar um pouco – Esse foi o pensamento de Fisher, quando ele enfrentou o problema com a filha de 2 anos.

Fisher deu um sorriso ao comentar sobre a filha que luta contra um raro tipo de câncer na reticula do olho esquerdo.

“Ela está indo muito bem”, falou Derek Fisher

Fisher e o Los Angeles Lakers vai enfrentar o Boston Celtics pelas finais da NBA na próxima quinta-feira em Boston. Um cenário que Fisher não conseguia nem imaginar em Julho passado quando ele voltou ao time que defendeu de 1996 até 2004.

“Isso não acontece toda temporada, existem centenas de jogadores que atuaram vários anos na liga e não tiveram essa oportunidade, por isso eu tenho que aproveitar e apreciar essa chance de jogar uma final.”

Derek voltou ao time que o escolheu na primeira rodada do Draft de 1996, após pedir para rescindir o contrato de mais 3 anos com o Utah Jazz para morar em uma cidade com um hospital melhor preparado para atender a filha dele, um centro hospitalar desse nível não é encontrado em qualquer cidade dos EUA.

Fisher chegou a pensar em aposentadoria antes de assinar o contrato com o Lakers, 3 anos por $ 14 milhões de dólares, $ 7 milhões a menos do que ele receberia jogando pelo Jazz.

“Por um tempo eu pensei em me aposentar sim, eu não sabia o quanto de tempo minha filha iria precisar de mim” – Disse Fisher

Quando ficou claro que ele poderia continuar jogando, ele ficou feliz em ter uma oportunidade com o Lakers.

“Eu sabia da estabilidade e da liderança que ele traria para o nosso grupo” – Disse Phil Jackson

Fisher sabia que poderia fazer diferença: “Quando eu fui trocado para o Jazz (de Golden State) eu disse que talvez poderia nos ajudar a vencer 6 a 8 jogos a mais” o Jazz que tinha vencido 41 jogos na temporada passada, acabou vencendo 51, e chegou nas finais da conferência oeste. “Eu acreditava que poderia fazer o mesmo voltando para Los Angeles”.

Com certeza não foi só Fisher, mas ele fez sua parte e um pouco mais, e o Lakers mudou de um aproveitamento de 42-40 e eliminação na primeira rodada para um aproveitamento de 57-25 e chegando a final da NBA.

Fisher percebeu que esse time poderia chegar tão longe naquela seqüência de 9 jogos na estrada. “Quando você esta na estrada, você passa muito tempo com seus companheiros, e esse grupo realmente se importa um com o outro, e eu sabia que isso iria fazer a diferença”.

Derek disse que ainda não quer comparar esse time, com o time campeão de 2000 a 2003.

“Mas a camaradagem agora é muito maior, agente realmente se diverte jogando e viajando, é um ótimo ambiente”

Fonte: Yahoo! Sports

 

Shaw fica no Lakers

Brian Shaw vai ficar em Los Angeles se depender do Phoenix Suns.

O agora assistente que no passado jogava alley oops para Shaquille O’Neal não será o treinador do Suns.

Após o treino Shaw revelou que o Phoenix está atrás de um treinador com experiência em ser técnico principal

Fonte: Orange County Register